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Trabalho para os alunos do Segundo Módulo de Atendente de Farmácia/Compartilhar

Orientações para o Seminário da Saúde dos alunos do Curso de Atendente de Farmácia  Cada grupo ficou com um tema sorteado em sala de aula, s...

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sexta-feira, 4 de junho de 2021

Pulmão e a via inalatória

O pulmão é o órgão do sistema respiratório, responsável pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. Sua principal função é oxigenar o sangue e eliminar o dióxido de carbono do corpo. São dois órgãos de forma piramidal, de consistência esponjosa medindo mais ou menos 25 centímetros de comprimento que localizam-se dentro da caixa torácica, revestidos externamente por uma membrana chamada pleura.

Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobs (pronuncia-se "lóbos", com a primeira vogal aberta). O pulmão esquerdo possui dois lobs e o direito possui três.

O pulmão direito é o mais espesso e mais largo que o esquerdo, é também um pouco mais curto pois o diafragma é mais alto no lado direito para acomodar o fígado. O pulmão esquerdo tem uma concavidade que é a incisura cardíaca.

A base de cada pulmão apóia-se no diafragma, órgão músculo-membranoso que separa o tórax do abdome, presente apenas em mamíferos, promovendo, juntamente com os músculos intercostais, os movimentos respiratórios. Localizado logo acima do estômago, o nervo frênico controla os movimentos do diafragma.


Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolo e alvéolos pulmonares. Os alvéolos totalizam-se em um total de 4 milhões e são estruturas saculares (semelhantes a sacos) que se formam no final de cada bronquíolo e têm em sua volta os chamados capilares pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono dos capilares para o alvéolo.

Nos pulmões os brônquios ramificam-se intensamente, dando origem a tubos cada vez mais finos, os bronquíolos. O conjunto altamente ramificado de bronquíolos é a árvore brônquica ou árvore respiratória.

Cada bronquíolo termina em pequenas bolsas formadas por células epiteliais achatadas (tecido epitelial pavimentoso) recobertas por capilares sanguíneos, denominadas alvéolos pulmonares.

Respiração: Na respiração pulmonar o ar entra e sai dos pulmões devido à contração e ao relaxamento do diafragma. Quando o diafragma se contrai, ele diminui a pressão nos pulmões e o ar que está fora do corpo entra rico em oxigênio O2; processo chamado de inspiração.

Quando o diafragma relaxa, a pressão dentro dos pulmões aumenta e o ar que estava dentro agora sai com o dióxido de carbono; processo denominado de expiração.

As pessoas podem parar de respirar mas ninguém consegue ficar sem respirar por mais de alguns minutos, porque a concentração de dióxido de carbono no sangue fica tão alta que o corpo não consegue mais fornecer energia para as células e o bulbo (parte do sistema nervoso que forma o encéfalo) manda impulsos nervosos para o diafragma e os músculos intercostais, para que se contraiam e a respiração volte a ser executada normalmente.


Via Inalatória 

  • Verifique a prescrição médica;
  • Agite o recipiente do inalador;
  • Retire a tampa do recipiente, vire-o de cabeça para baixo e introduza o bico no pequeno orifício localizado na parte achatada do bocal;
  • Quando ele começar a inalar, comprima (apenas uma vez) o recipiente do medicamento para dentro da estrutura plástica do inalador para liberar uma dose graduada do medicamento;
  • Peça ao paciente para prender a respiração por alguns segundos.

domingo, 30 de maio de 2021

O Sistema Muscular e via de Administração muscular

 

O músculo é o tecido responsável pelo movimento de um ser vivo, tanto em movimentos voluntários, com os quais interage com o meio ambiente, como movimentos dos seus órgãos internos, o coração ou o intestino.

Assim, eles são responsáveis pelo posicionamento e movimentação do esqueleto e estão usualmente unidos aos ossos por tendões. A origem de um músculo é a sua extremidade mais próxima ao tronco ou ao osso estático. A inserção de um músculo é a porção mais distal ou móvel.

Nossos músculos possuem duas funções comuns: 
  • gerar movimento
  • gerar força. 
Mas também, além dessas, podem geram calor e contribuem significativamente para a homeostase da temperatura do corpo.

Os músculos esqueléticos são os únicos que se contraem em resposta a um sinal somático de um neurônio motor. Eles não podem iniciar a sua própria contração, nem sofrem influências diretas de hormônios para se contrair.

Os músculos são constituídos por tecido muscular e caracterizam-se pela sua contratibilidade, funcionando pela contração e extensão das suas fibras. A contração muscular ocorre com a saída de um impulso elétrico do sistema nervoso central que é conduzido ao músculo através de um nervo. Esse estímulo elétrico desencadeia o potencial de ação, que resulta na entrada de sódio (necessário à contração) dentro da célula, e a saída de potássio da mesma, assim estimulando a liberação do cálcio que está armazenado no Retículos Sarcoplasmáticos ou RS presentes no sarcoplasma (citoplasma da célula muscular). Em termos científicos, as etapas são:
  • Despolarização do sarcolema;
  • estimulação do retículo sarcoplasmático;
  • ação do cálcio e de ATP, provocando o deslizamento da actina sobre a miosina (é a contração muscular).
Os músculos voluntários são os órgãos ativos do movimento, transmitindo movimento aos ossos sobre quais se inserem. Têm uma variedade grande de tamanho e formato, de acordo com a sua disposição, local de origem e inserção e controlam a postura do corpo do animal.

O ser humano possui aproximadamente 512 músculos. Cada músculo possui o seu nervo motor, o qual divide-se em várias fibras para poder controlar todas as células do músculo, através da placa motora. 
Existem três tipos de músculo: músculo esquelético, músculo liso e músculo estriado cardíaco.

Todos os três tipos musculares têm as seguintes características:

  • Podem contrair-se e encurtar, tornando-se mais tensos e duros, em resposta a um estímulo vindo do sistema nervoso;
  • Podem ser distendidos, aumentando o seu comprimento;
  • Podem retornar à forma e ao tamanho original.
A propriedade do tecido muscular de se contrair chama-se contratilidade e a propriedade de poder ser distendido recebe o nome de elasticidade.

Músculo estriado esquelético

O tecido muscular estriado ou esquelético é formado por fibras musculares cilíndricas, finas e que podem medir vários centímetros de comprimento.

Os músculos esqueléticos possuem uma coloração mais avermelhada. São também chamados de músculos estriados, já que apresentam estriações em suas fibras (fibrocélulas estriadas). São os responsáveis pelos movimentos voluntários; estes músculos se inserem sobre os ossos e sobre as cartilagens e contribuem, com a pele e o esqueleto, para formar o invólucro exterior do corpo.


Músculo estriado cardíaco

Histologicamente tem característica de músculo esquelético, mas funcionalmente tem característica de músculo liso. Assim como o tecido muscular esquelético, apresenta fibrocélulas bastante compridas. É também chamado de miocárdio, e constitui a parede do coração. Apesar de ser estriado, possui movimentos involuntários. Este músculo se contrai e relaxa sem parar. Entretanto, suas células são mononucleadas ou binucleadas, com núcleos localizados mais centralmente. Também possuem discos intercalares, que são linhas de junção entre uma célula e outra, que aparecem mais coradas que as estrias transversais. No tecido cardíaco, têm bastante importância as fibras de Purkinje, células responsáveis pela distribuição do impulso elétrico que vai gerar a contração muscular às diversas fibro-células cardíacas.

Aplicação de medicamentos: via intramuscular

Injeções Intramusculares depositam a medicação profundamente no tecido muscular, o qual é bastante vascularizado, podendo absorver rapidamente. Esta via de administração fornece uma ação sistêmica rápida e absorção de doses relativamente grandes (até 5 ml em locais adequados).

Áreas de aplicação
  • Deltóide: o paciente pode estar sentado ou deitado, com o antebraço flexionado sobre o tórax. Medir quatro dedos abaixo do acrômio.
  • Dorso-glúteo: deitado em decúbito lateral e aplicar somente no quadrante superior externo. Delimitam-se os quadrantes com traçado de 2 eixos: um horizontalmente, com origem na saliência mais proeminente da região sacra; e outro verticalmente, passando pelo centro da região glútea.
  • Reto femoral e vasto lateral: sentado com a perna flexionada, ou deitado com o membro estendido. Aplicar a injeção no terço médio.
  • Ventroglutea ou de Hochstetter: aplicada no músculo médio, o paciente pode ficar lateral ou ventral.

Agulhas indicadas para a administração intramuscular

Tipo de pessoa - calibre da agulha
Adulto magro – calibre 25 x 7
Adulto com massa muscular/obeso – calibre 30 x 7 ou 30 x 8
Crianças desenvolvidas – calibre 25 x 7 ou 25 x 8
Crianças e adolescentes obesos – calibre 30 x 7
Crianças pequenas/magras – 20 x 5,5 ou 20 x 6

Técnica

Escolha um local adequado para a injeção. Os músculos glúteos são geralmente utilizados em adultos sadios, embora o músculo deltóide possa ser utilizado para uma injeção de pequeno volume (2 ml ou menos). Para neonatos e crianças, o músculo vasto lateral da coxa é mais utilizado porque é geralmente mais desenvolvido e não contém nervos grandes ou vasos sanguíneos calibrosos, minimizando o risco de uma lesão grave. O músculo reto anterior também pode ser utilizado em neonatos, mas geralmente é contra-indicado em adultos;

  1. Limpe a pele com algodão e álcool, e aguarde a pele secar;
  2. Com os dedos polegar e indicador, da sua mão não dominante, agarre suavemente a pele do local da injeção;
  3. Posicione a seringa em um ângulo de 90 graus em relação à epiderme, com o bizel da agulha lateralizado. Insira a agulha rápida e firmemente através das camadas dérmicas, profundamente até o músculo;
  4. Após a injeção, remova a agulha em um ângulo de 90 graus;
  5. Massageie o músculo relaxado para ajudar a distribuir a medicação e ajudar a promover a absorção.
  6. Com os dedos polegar e indicador, da sua mão não dominante, agarre suavemente a pele do local da injeção
  7. Posicione a seringa em um ângulo de 90 graus em relação à epiderme, com o bizel da agulha lateralizado. Insira a agulha rápida e firmemente através das camadas dérmicas, profundamente até o músculo;
  8. Após a injeção, remova a agulha em um ângulo de 90 graus;
  9. Massageie o músculo relaxado para ajudar a distribuir a medicação e ajudar a promover a absorção.

sexta-feira, 30 de abril de 2021

#Compartilhar: Injeções Intradérmica, Subcutânea e Inoculação Transdérmica

 Via Intradérmica

Para os alunos do módulo 01 do curso de Atendente de Farmácia do Projeto Compartilhar.

Essa é uma via muito restrita usada para pequenos volumes, sendo a solução introduzida na camada superficial da pele, chamada derme. A via intradérmica é uma via de absorção muito lenta, utilizada principalmente nas seguintes situações:

  • Para a administração da vacina BCG-ID;
  • Para a realização de prova de hipersensibilidade, como o PPD.


O local mais apropriado é a face anterior do antebraço, por ser pobre em pelos, com pouca pigmentação, pouca vascularização e de fácil acesso para leitura. O volume máximo indicado a ser introduzido por essa via é de 0,5 ml, sendo que para a vacina BCG o volume a ser administrado corresponde a 0,1 ml.



A seringa mais apropriada para a injeção intradérmica é a de 1 ml, que possui escalas de frações em mililitros (0,1 ml). A agulha deve ser pequena, fina e com bisel curto, que na prática denominamos de agulha 13 X 4,5. Os seguintes procedimentos devem ser realizados na administração:

  • Lavar as mãos;
  • Escolher o local da administração;
  • Fazer a limpeza da pele, caso necessário;
  • A limpeza da pele deve ser feita com água e sabão;
  • O álcool comum não deve ser utilizado pela sua baixa volatilidade (demora a secar) e pelo baixo poder antisséptico;
  • Em situações excepcionais (vacinação na zona rural e em ambiente hospitalar), utilizar o álcool a 70%;
  • Na injeção intradérmica, especialmente, o uso do álcool não é indicado por evitar uma possível interação com o líquido injetável, em face da presença dos poros e pelo fato de o líquido ser depositado muito próximo da epiderme;
  • Segurar firmemente com a mão o local, distendendo a pele com o polegar e o indicador;
  • Introduzir a agulha, paralelamente à pele, com o bisel voltado para cima, até que o mesmo desapareça;
  • Injetar a solução lentamente, com o polegar na extremidade do êmbolo, até introduzir toda a dose;
  • Retirar o polegar da extremidade do êmbolo e a agulha da pele;
  • Lavar as mãos;
  • Imediatamente após a injeção da solução aparece no local uma pápula de aspecto esbranquiçado e poroso (tipo casca de laranja), com bordas bem nítidas e delimitadas;
  • A pápula formada desaparece posteriormente.





Pápula: pequena elevação sólida e limitada na pele.





Via subcutânea


Indicadas para medicamentos que precisam absorvidos lentamente, assegurando uma ação contínua, como é o caso das vacinas contra o sarampo, a tríplice viral, a febre amarela e a rubéola.

Preferencialmente: Face superior externa do braço.

Materiais 
  • Seringas de 1, 3 ou 5 ml;
  • Agulhas de 13 x 4,5 mm.
Procedimento
  • Analisar a prescrição médica;
  • Realizar a sepsia das mãos;
  • Preparar os materiais;
  • Realizar a sepsia do local de punção (com álcool a 70%);
  • Introduzir a agulha com bisel para cima, com rapidez e firmeza;
  • Aspirar, observando se a agulha atingiu algum vaso sanguíneo;
  • Injetar o líquido lentamente;
  • Retirar a seringa com a agulha, em movimento único e firme;
  • Fazer leve compressão no local com algodão seco;
  • Lavar as mãos.
Via Transdérmica 



Aplicação de adesivo na pele, onde o fármaco e absorvido lentamente através da pele.

Exemplo: adesivos de nicotina, adesivos de anticoncepcionais (pode ter Norelgestromina, Estradiol, Etinilestradiol, Gestodeno), adesivo de Fentanil (analgésico opióide), adesivo de Buprenorfina (analgésico opióide).

Procedimento

  • Realize a lavagem do local de aplicação do adesivo;
  • Escolha uma área plana e vascularizada: parte superior do tronco, parte superior do braço, parte superior, inferior das costas ou do lado do tórax. 
  • A pele não pode estar irritada ou lesionada.

Fontes:

Portal da Educação: https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/enfermagem/via-intradermica/27807


quinta-feira, 29 de abril de 2021

#Compartilhar: Medicamentos e Introdução a Prescrição médica

 

Para os alunos do módulo 01 do curso de Atendente de Farmácia do Projeto Compartilhar.

Quando falamos de medicamentos estamos falando sobre substâncias (drogas) que necessitam de orientação especial para o uso. As famosas receitas médicas são chamadas de prescrição, elas são entregues aos pacientes para que os mesmos solicitem os seus medicamentos.

Medicamentos Insentos de Prescrição Médica 

São medicamentos que não precisam de prescrição médica, ou seja que não são considerados tão perigosos assim. Exemplo: dipirona. O modo de uso, dosagem e horário e passado pelo farmacêutico atendente (orientação farmacêutica)

Orientação Farmacêutica: quando o farmacêutico indica o medicamento e a forma de usa-lo
Os MIP´s devem ser deixados longe do alcance dos pacientes como consta no paragrafo I do artigo 40 da RDC Anvisa n. 44/2009.


Medicamento Sob Prescrição Médica

Medicamentos sobre prescrição medica são aqueles que se faz necessário a apresentação da prescrição e que apresentam tarja. Em todos eles temos a retenção da receita, sendo que alguns casos a uma  via (xerox) pode ser devolvida ao paciente ou não. A prescrição e diferente tanto em estrutura quanto em armazenamento e o que dita isso e o medicamento que esta sendo requerido. 

Detalhes da dispensação: 
  • Regidos pela Portaria SVS/MS n 344/1998;
  • Não aceitar prescrições  com rasuras, erros ortográficos, sem identificação do médico prescritor e etc;
  • São duas vias liberadas, uma devido ao paciente com carimbo comprovando o atendimento fica retida com data, quantidade do  medicamento, lote do medicamento, rubrica do farmacêutico, e em casos de formulações magistrais (medicamentos ou tratamentos individualizados para uma determinada pessoa, preparados pelo pessoal da farmácia).







Modelo básico de prescrição médica

Deve conter:

-Nome do paciente;
-Nome do médico;
-Número do CRM;
-Endereço do hospital, clínica ou consultório.








Modelo Básico de Prescrição de Controle Espécial

Deve conter: 

-Nome do paciente;
-Nome do médico;
-Número do CRM;
-Endereço do hospital, clínica ou consultório;
-Quantidade em mg;
-Identificação do Comprador;
-Identificação do Fornecedor;





Leis Gerais sobre Armazenagem, Estocagem de Medicamentos 

RDC N.304, de 17 de Setembro de 2019 (que dispõe sobre as práticas de distribuição, armazenagem e de transporte de medicamentos);
Portaria  N.344, de 12 de Maio de 1998, modificada pela resolução  33/2000 (Aprova o regulamento técnico sobre substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial).

quarta-feira, 28 de abril de 2021

#Compartilhar: Diferença de Fármaco e Medicamento, Forma farmacêutica e Via de Administração

 

Para os alunos do módulo 01 do curso de Atendente de Farmácia do Projeto Compartilhar.

Os medicamentos são produtos que contém um ou mais fármacos e são destinados para a prevenção ou tratamento de doenças. Os medicamentos possuem uma forma física, que caracteriza a forma farmacêutica

Fármaco:  é toda substância ativa farmacologicamente, ou seja, que promove um efeito farmacologicamente quando administrada a um organismo. É a substância pura, que irá ser responsável pelo efeito.

Medicamento: e o produto farmacêutico final que pode ter um ou mais fármacos, além de várias outras substâncias com funções de conservantes, secantes, agregantes e etc e que são chamados de excipientes.

Exemplo:

Diovan

Fármaco: 40 mg de valsartano (normalmente o fármaco sempre vem acompanhada do valor em miligramas por decilitro).

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, dioxido de sílico, coloídal, estearato de magnésio, hipromelose, dioxído de titânio, macrogol, óxido de ferro vermelho e amarelo, ferro preto.


Forma Farmacêutica X Via de Administração

Forma farmacêutica e a mistura do fármaco com os excipientes. As formas farmacêuticas são divididas em:

Sólidos: comprimidos, capsulas, pastilhas e etc;

Semi-Sólidos: gel,cremes, pomadas, pastas;

Líquido: soluções, líquidos para injeção e etc.


Via de Admministração: é o local de entrada do medicamento em um organismo. Elas são divididas em dois grupos:

Via Enteral: é aquela qual o medicamento inicia seu processo de absorção a partir de qualquer parte do trato gastrointestinal (oral, sublíngual, retal e etc);

Via Parenteral: não depende do trato gastrointestinal e se divide em dois grupos: Direta- que utilizam a injeção para inocular o medicamento, Indireto- uso tópico  ou outro tipo de uso.  



sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

#Química: A Distribuição de Energia

Sabemos que o átomo tem 07 camadas conhecidas como níveis de energia, são nessas camadas que os elétrons são distribuídas. Essa distribuição não e aleatória, muito pelo contrario, ocorre de forma ordenada. Essa distribuição e compreendida pela chamada Ordem Crescente de Energia.

As camadas eletrônicas são representadas pelas letras maiúsculas K,L,M,N,O,P e Q, elas são 1º, 2º, 3º, 4º, 5º, 6º e níveis de energia. Os químicos concluíram que o número máximo de elétrons que cabe em cada camada ou nível de energia é:

Máximo de elétrons que cabe em cada camada, na posição Q alguns estudiosos afirmam poder caber 8  elétrons.

Dentro de cada camada, temos subníveis de energia nos quais os elétrons ainda se organizam. Esses subníveis são representados pelas letras minúsculas s,p,d,f, em ordem crescente de energia. O número máximo de elétrons para cada subnível foi definido por experimentos.


Explicando:

O número de subníveis que constituem cada nível de energia depende do número máximo de elétrons que cabe em cada nível. Assim, como no 1ºnível cabem no máximo 2 elétrons, esse nível apresenta apenas um subnível s, no qual cabem os 2 elétrons. O subnível s do 1º nível de energia é representado por 1s.

Como no 2º nível cabem no máximo 8 elétrons, o 2º nível é constituído de um subnível s, no qual cabem no máximo 2 elétrons, e um subnível p, no qual cabem no máximo 6 elétrons. Desse modo, o 2º nível é formado de dois subníveis, representados por 2s e 2p, e assim por diante.

Então temos essa distribuição.


Linus Carl Pauling (1901-1994), químico americano, então organizou a sua ordem crescente de energia através do Diagrama de Linus-Pauling. A ordem crescente de energia dos subníveis é a ordem na sequência das diagonais, como podemos ver aqui:


1s, 2s, 2p, 3s, 3p, 4s, 3d, 4p, 5s, 4d, 5p, 6s, 4f, 5d, 6p, 7s, 5f, 6d, 7p

----------------------------------------------------------------------------------->

Eu sei que é um pouco confuso, então vamos aos exemplos: 

Distribuir os elétrons do átomo normal de manganês (Z=25) em ordem de camada.

Solução:

Seguindo a questão e sabendo que o Manganês tem 25 elétrons (podemos observar isso em uma tabela periódica ou pela letra Z na questão, que simboliza o número de prótons que e igual ao número de elétrons. Em seguida aplicamos o diagrama de Linus Pauling.


K - 1s2

L - 2s2 2p6

M - 3s2 3p6 3d5

N - 4s2 4p 4d 4f

O - 5s 5p 5d 5f

P - 6s 6p 6d

Q - 7s 7p

Resposta: K=2; L=8; M=13; N=2


quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Qual é o meu trabalho aqui.

E ai pessoal, eu sou Mateus Felipe, meu objetivo aqui e postar conteúdos a respeito das matérias que eu leciono. Dúvidas então eu me coloco a disposição para sana-los seja pelo chat do instagram ou pelo nosso formulário de contato aqui no blog.