DESTAQUE
Trabalho para os alunos do Segundo Módulo de Atendente de Farmácia/Compartilhar
Orientações para o Seminário da Saúde dos alunos do Curso de Atendente de Farmácia Cada grupo ficou com um tema sorteado em sala de aula, s...
sábado, 4 de setembro de 2021
domingo, 29 de agosto de 2021
Insulina
Insulina é uma hormona responsável pela redução da glicemia (taxa de glicose no sangue), ao promover a entrada de glicose nas células. Esta é também essencial no metabolismo de sacáridos (hidrato de carbono), na síntese de proteínas e no armazenamento de lípidos (gorduras).
É produzida nas células beta das ilhotas de Langerhans, do pâncreas endócrino. Atua numa grande parte das células do organismo, como nas células presentes no fígado, em músculos e no tecido adiposo, contudo não atua em células específicas cujos transportadores membranares não são sensíveis à insulina, como é o caso das células nervosas.
Ação em nível celular e metabólico
Ações no metabolismo dos carboidratos
- Aumento da permeabilidade celular à glicose, exceto nas células nervosas. Esse efeito é marcante nas células musculares, as quais são pouco permeáveis à glicose em condições de repouso, utilizando principalmente ácidos graxos para produção de energia.
- Aumento da síntese de glicogênio: a insulina induz à armazenagem de glicose nas células, principalmente do fígado e dos músculos, na forma de glicogênio (glicogênese). Já a diminuição dos níveis de insulina ocasiona a conversão do glicogênio de volta a glicose pelas células do fígado e a excreção da substância no sangue (glicogenólise).
- Inibição da fosforilase hepática, enzima responsável pela quebra do glicogênio em glicose (glicogenólise).
- Aumento da captura de glicose pelas células hepáticas. Isso se dá através do aumento da atividade da enzima glicoquinase, responsável pela fosforilação inicial da glicose, processo que não permite a saída da molécula da célula.
- Aumento da atividade da enzima glicogênio sintetase, responsável pela polimerização de moléculas de glicose em glicogênio.
- O excesso de glicose, que não pode ser convertido em glicogênio no fígado, é encaminhado para a conversão a ácidos graxos sob ação da insulina.
- Redução da gliconeogênese no fígado pela diminuição da quantidade e atividade das enzimas hepáticas necessárias a esse processo. A falta de insulina induz à produção de glicose no fígado e em outros locais do corpo.
As ações da insulina no metabolismo humano como um todo incluem
- Controle da quantidade de certas substâncias que entram nas células, principalmente glicose nos tecidos muscular e adiposo (que são aproximadamente 2/3 das células do organismo).
- A insulina, mais precisamente,
- Aumento da replicação de DNA e de síntese de proteínas via o controle de fornecimento de aminoácidos;
- Modificação da atividade de inúmeras enzimas (controle alostérico)
As ações nas células incluem:
- Aumento da síntese de ácidos graxos: a insulina induz à transformação de glicose em triglicerídeos pela células adiposas; a falta de insulina reverte o processo.
- Aumento da esterificação de ácidos graxos: estimula o tecido adiposo a compor triglicerídeos a partir de ésteres de ácidos graxos; a falta de insulina reverte o processo.
- Redução da proteólise: estimula a diminuição da degradação proteica; a falta de insulina aumenta a proteinólise.
- Redução da lipólise: estimula a diminuição da conversão de suprimento de lipídeos contido nas células adiposas em ácidos graxos sanguíneos; a falta de insulina reverte o processo.
- Aumento do consumo de aminoácidos: induz células a absorver aminoácidos circulantes; a falta de insulina inibe a absorção;
- Aumento do consumo de potássio: induz células a absorver potássio plasmático; a falta de insulina inibe a absorção;
- Tônus dos músculos arteriais: induz a musculatura das paredes arteriais ao relaxamento, o que aumenta o fluxo sanguíneo especialmente em microartérias; a falta de insulina reduz o fluxo por permitir a contração desses músculos. Existem dois tipos de liberação a liberação aguda e a liberação sob secreção.
sexta-feira, 4 de junho de 2021
Metabolismo dos medicamentos
Metabolismo das drogas refere-se ao processo metabólico das drogas, sua modificação bioquímica ou degradação, geralmente através de sistemas enzimáticos especializados. É uma forma de metabolismo xenobiótico. O metabolismo das drogas geralmente converte compostos químicos lipofílicos em produtos mais prontamente excretados. Sua taxa é um determinante importante da duração e intensidade da ação farmacológica das drogas.
Fase I (Biotransformação)
Oxidação
- Citocromo P450
- Sistema de monooxigenases possuidoras de flavina
- Álcool desidrogenase 6 e Aldeído desidrogenase
- Monoamina oxidase
- Co-oxidação por peroxidases
Redução
- Citocromo P450 redutase
- Citocromo P450 reduzido
Hidrólise
- Esterases e amidases
- Epóxido hidrolase
Fase II ( Conjugação )
Enzimas que fazem conjugação com proteínas:
- Glutatione transferases
- biossíntese de ácido mercaptúrico
- glicoronato transferases
- N-acetiltransferases
- N-acil aminoácido transferases
- Sulfotransferases
Glucorunidação: ácido carboxilico, álcool, fenol, aminas
Acetilação: aminas
Sulfatação: álcool, fenol, amina
Conjugação Glutationa: compostos halogenados
Pulmão e a via inalatória
O pulmão é o órgão do sistema respiratório, responsável pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. Sua principal função é oxigenar o sangue e eliminar o dióxido de carbono do corpo. São dois órgãos de forma piramidal, de consistência esponjosa medindo mais ou menos 25 centímetros de comprimento que localizam-se dentro da caixa torácica, revestidos externamente por uma membrana chamada pleura.
Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobs (pronuncia-se "lóbos", com a primeira vogal aberta). O pulmão esquerdo possui dois lobs e o direito possui três.
O pulmão direito é o mais espesso e mais largo que o esquerdo, é também um pouco mais curto pois o diafragma é mais alto no lado direito para acomodar o fígado. O pulmão esquerdo tem uma concavidade que é a incisura cardíaca.
A base de cada pulmão apóia-se no diafragma, órgão músculo-membranoso que separa o tórax do abdome, presente apenas em mamíferos, promovendo, juntamente com os músculos intercostais, os movimentos respiratórios. Localizado logo acima do estômago, o nervo frênico controla os movimentos do diafragma.
Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolo e alvéolos pulmonares. Os alvéolos totalizam-se em um total de 4 milhões e são estruturas saculares (semelhantes a sacos) que se formam no final de cada bronquíolo e têm em sua volta os chamados capilares pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono dos capilares para o alvéolo.
Nos pulmões os brônquios ramificam-se intensamente, dando origem a tubos cada vez mais finos, os bronquíolos. O conjunto altamente ramificado de bronquíolos é a árvore brônquica ou árvore respiratória.
Cada bronquíolo termina em pequenas bolsas formadas por células epiteliais achatadas (tecido epitelial pavimentoso) recobertas por capilares sanguíneos, denominadas alvéolos pulmonares.
Respiração: Na respiração pulmonar o ar entra e sai dos pulmões devido à contração e ao relaxamento do diafragma. Quando o diafragma se contrai, ele diminui a pressão nos pulmões e o ar que está fora do corpo entra rico em oxigênio O2; processo chamado de inspiração.
Quando o diafragma relaxa, a pressão dentro dos pulmões aumenta e o ar que estava dentro agora sai com o dióxido de carbono; processo denominado de expiração.
As pessoas podem parar de respirar mas ninguém consegue ficar sem respirar por mais de alguns minutos, porque a concentração de dióxido de carbono no sangue fica tão alta que o corpo não consegue mais fornecer energia para as células e o bulbo (parte do sistema nervoso que forma o encéfalo) manda impulsos nervosos para o diafragma e os músculos intercostais, para que se contraiam e a respiração volte a ser executada normalmente.
Via Inalatória
- Verifique a prescrição médica;
- Agite o recipiente do inalador;
- Retire a tampa do recipiente, vire-o de cabeça para baixo e introduza o bico no pequeno orifício localizado na parte achatada do bocal;
- Quando ele começar a inalar, comprima (apenas uma vez) o recipiente do medicamento para dentro da estrutura plástica do inalador para liberar uma dose graduada do medicamento;
- Peça ao paciente para prender a respiração por alguns segundos.
Anatomia do Olho e via de Administração ocular
O olho é o órgão responsável pelo sentido da visão. Encontrado em todos os animais vertebrados, ele é localizado em cavidades ósseas no crânio chamadas órbitas. Sua tarefa é converter as ondas de luz emitidas ou refletidas por objetos em impulsos elétricos, que serão enviados ao cérebro. Todas as informações fornecidas por este órgão fotorreceptor têm um papel dominante para a interpretação do mundo pelo ser humano.
O poder de usar a informação visual não depende apenas de ver, mas também de compreender o que foi visto. A compreensão das informações visuais – reconhecimento de contornos, cores e da relação com outros objetos – depende da forma como as células sensíveis à luz da retina estão conectadas com o sistema nervoso. Portanto, a função dos olhos no ser humano vai além da forma como a imagem visual é convertida em mensagem, ou seja, ela abrange também o campo de interpretação desta mensagem.
O olho é um órgão fotorreceptor e um conversor de energia luminosa em energia elétrica, ou impulsos nervosos, além de ser um eficiente transportador destes impulsos para o cérebro. Para desempenhar todas essas funções, ele conta com um complexo mecanismo constituído por várias camadas de tecidos especializados.
São músculos, nervos, veias sanguíneas e lente que se ligam para permitir a rotação do globo ocular e a focalização das imagens. O nervo óptico, por sua vez, faz a conexão entre o globo ocular e o sistema nervoso central.
O interior do olho é preenchido por um fluido que, juntamente com a camada de tecido externa, mantém a forma arredondada, protegendo o olho contra forças mecânicas exteriores. Da mesma forma, uma membrana mais externa ainda, denominada de conjuntiva, recobre a superfície interior das pálpebras e a superfície anterior do globo ocular. Ela produz muco para lubrificação do olho, evitando o ressecamento.
As três camadas de tecido que constituem o globo ocular, ou túnicas, são: fibrosa (externa), vascular (intermédia) e nervosa (interna). A primeira é composta pela esclera e a córnea. A esclera dá forma e proteção ao olho, além de sustentação para os músculos que o movimentam. Ela é a membrana branca e opaca encontrada na maior parte de sua superfície. A parte restante e frontal do globo é recoberta pela córnea, membrana transparente que atua como uma lente convergente.
Coróide, corpo ciliar, íris e cristalino (lente) são encontrados na túnica vascular. Estes elementos estão relacionados, respectivamente, com a nutrição e proteção do olho, sustentação e mudança da espessura do cristalino e bloqueio do excesso de luz que poderia queimar a retina. A retina é a túnica nervosa, propriamente dita. Está repleta de fotorreceptores – cones e bastonetes – para a percepção visual, além de células bipolares e ganglionares para a transmissão dos impulsos visuais para o nervo óptico.
Funcionamento
A córnea permite a passagem de ondas de luz para o interior do globo ocular. Mas, nem toda a luz atinge a área posterior do olho, revestida pela retina. Isto porque, a íris – um músculo contrátil opaco e pigmentado em sua superfície – regula a quantidade de luz adequada que poderá penetrar no olho. Este músculo, que dá a cor aos nossos olhos, opera como um diafragma ao aumentar ou diminuir uma abertura em seu centro, a pupila. O recurso evita que uma quantidade excessiva de luz possa queimar a retina.
Imediatamente atrás da íris, o cristalino toma a espessura adequada para focar o feixe de luz na retina, conforme constrição ou relaxamento do corpo ciliar ligado a ele. O feixe de luz chega à retina invertido, como a imagem de um espelho, e de ponta-cabeça devido à refração da luz pelo cristalino.
A retina é como um filme fotográfico. Ela contém células receptoras pigmentadas – cones e bastonetes – que convertem a luz em pulsos elétricos. Outras células da retina, bipolares e ganglionares fazem a coleta destes pulsos. Os impulsos de várias células receptoras são coletados por uma única célula ganglionar. Esta convergência aumenta a intensidade de luz, ou seja, uma luz fraca estimulando mil bastonetes produz um estímulo fortíssimo.
Os impulsos intensificados são levados pelo nervo óptico ao cérebro. Olhos e cérebro trabalham em conjunto para transformar ondas de luz em sensações que conhecemos por visão.
Doenças relacionadas
- Astigmatismo
- Câncer de olhos
- Catarata
- Cegueira noturna
- Conjuntivite
- Daltonismo
- Degeneração macular
- Estrabismo
- Glaucoma
- Hipermetropia
- Miopia
- Neurite óptica
- Retinite pigmentosa
- Retinopatia diabética
- Síndrome dos olhos secos
- Tracoma
Via Ocular
- Abrir o frasco, sem contaminar a sua parte superior
- Orientar o cliente a olhar para cima e para o lado externo
- Puxar a pálpebra com a mão não dominante, instilar as gotas prescritas a
- distância de 1 a 2 cm;
- Liberar a pálpebra e solicitar ao cliente que feche os olhos delicadamente, sem
- apertar as pálpebras;
- Repetir os passos no outro olho;
- Remover o excesso da medicação no canto do olho externo, se houver,
- utilizando gazes ou lenços descartáveis;
- Solicitar ao cliente que permaneça com os olhos fechados por 3 minutos.
Fontes
domingo, 30 de maio de 2021
O Sistema Muscular e via de Administração muscular
- gerar movimento
- gerar força.
- Despolarização do sarcolema;
- estimulação do retículo sarcoplasmático;
- ação do cálcio e de ATP, provocando o deslizamento da actina sobre a miosina (é a contração muscular).
- Podem contrair-se e encurtar, tornando-se mais tensos e duros, em resposta a um estímulo vindo do sistema nervoso;
- Podem ser distendidos, aumentando o seu comprimento;
- Podem retornar à forma e ao tamanho original.
- Deltóide: o paciente pode estar sentado ou deitado, com o antebraço flexionado sobre o tórax. Medir quatro dedos abaixo do acrômio.
- Dorso-glúteo: deitado em decúbito lateral e aplicar somente no quadrante superior externo. Delimitam-se os quadrantes com traçado de 2 eixos: um horizontalmente, com origem na saliência mais proeminente da região sacra; e outro verticalmente, passando pelo centro da região glútea.
- Reto femoral e vasto lateral: sentado com a perna flexionada, ou deitado com o membro estendido. Aplicar a injeção no terço médio.
- Ventroglutea ou de Hochstetter: aplicada no músculo médio, o paciente pode ficar lateral ou ventral.
- Limpe a pele com algodão e álcool, e aguarde a pele secar;
- Com os dedos polegar e indicador, da sua mão não dominante, agarre suavemente a pele do local da injeção;
- Posicione a seringa em um ângulo de 90 graus em relação à epiderme, com o bizel da agulha lateralizado. Insira a agulha rápida e firmemente através das camadas dérmicas, profundamente até o músculo;
- Após a injeção, remova a agulha em um ângulo de 90 graus;
- Massageie o músculo relaxado para ajudar a distribuir a medicação e ajudar a promover a absorção.
- Com os dedos polegar e indicador, da sua mão não dominante, agarre suavemente a pele do local da injeção
- Posicione a seringa em um ângulo de 90 graus em relação à epiderme, com o bizel da agulha lateralizado. Insira a agulha rápida e firmemente através das camadas dérmicas, profundamente até o músculo;
- Após a injeção, remova a agulha em um ângulo de 90 graus;
- Massageie o músculo relaxado para ajudar a distribuir a medicação e ajudar a promover a absorção.
O Trato Gastrointestinal
O aparelho digestivo ou sistema digestório é o sistema responsável por obter dos alimentos ingeridos os nutrientes necessários às diferentes funções do organismo, como crescimento, energia para reprodução, locomoção, etc. É composto por um conjunto de órgãos que têm por função a realização da digestão. A sua extensão desde a boca até o ânus mede seis a nove metros num ser humano adulto.
O trato gastrointestinal e dividido em dois:
Trato gastrointestinal superior
O trato gastrointestinal superior é composto pela boca, pela faringe, pelo esôfago e pelo estômago.
Na boca, ocorre o processo de mastigação que, junto com a salivação, secreção das glândulas salivares (água, muco e enzima), degrada o amido pela ação da ptialina (que inicia o processo de digestão dos carboidratos presente no alimento), em maltose, e ainda faz os movimentos impulsionatórios que ajudam a deglutir o alimento, fazendo-o passar ao esôfago
A faringe pertence tanto ao sistema respiratório como ao digestório. Ela auxilia no processo de deglutição (ato de engolir). O esôfago é o canal de passagem para onde o bolo alimentar é empurrado por meio de contrações musculares (movimentos peristálticos) até o estômago
No estômago, inicia-se o processo de quimificação, no qual atua a pepsina, enzima que transforma (quebra) as proteínas em peptídeos (cadeias menores de aminoácidos). O estômago é um órgão em formato de bolsa com o pH em torno de 2 (muito ácido). Ele pode ficar horas misturando o bolo alimentar em seu interior com a secreção gástrica (água, muco, ácido clorídrico e enzimas). O bolo alimentar torna-se mais líquido e ácido passando a se chamar quimo e vai sendo, aos poucos, encaminhado para o duodeno.
Trato gastrointestinal inferior
O trato gastrointestinal inferior é composto por 4 órgãos : Intestino delgado, Intestino grosso, Reto, Ânus.
O intestino delgado é um tubo longo, com mais de seis metros de comprimento, que se inicia no estômago. Para adaptar-se ao espaço da cavidade abdominal, faz múltiplas curvas, chamadas de alças intestinais. É nele que se inicia a absorção dos alimentos, por meio das vilosidades que recobrem sua superfície interna. As membranas das próprias células do epitélio intestinal apresentam, por sua vez, dobras microscópicas denominadas microvilosidades. O intestino delgado também absorve a água ingerida, os íons e as vitaminas. Em sua parede são produzidas as enzimas: peptidase (digestão de proteínas), maltase (digere a maltose), lactase (digere a lactose) e a sacarase (digere a sacarose).
O intestino delgado se divide em duodeno, jejuno e íleo.
O duodeno é a primeira parte do intestino delgado. Iniciando no piloro, ele realiza parte de seu trajeto atrás do peritônio, onde penetra para se ligar ao jejuno. Em forma de C, ele se divide em quatro partes: uma oblíqua, uma descendente, uma horizontal e uma ascendente, que se liga ao jejuno pela flexura duodenojejunal, ou ângulo de Treliz. Seu primeiro segmento é mais largo, e é conhecido como ampola, ou bulbo duodenal. No duodeno são lançadas a secreção do fígado, que chega pelo ducto colédoco, e a do pâncreas, que chega pelo ducto pancreático.
No jejuno ocorre a maior parte da absorção dos alimentos. Ligado ao duodeno pela flexura duodenojejunal, ele se liga ao íleo em um ponto de junção ainda pouco conhecido, em virtude das semelhanças entre estes dois segmentos do intestino. O íleo, por sua vez, conecta-se ao intestino grosso pelo ósteo ileal, que permite a passagem dos restos alimentares e impede seu retrocesso
O intestino grosso é dividido em quatro partes: Cólon ascendente (inclui o ceco, onde está localizado o apêndice), cólon transverso, cólon descendente, sigmóide e o reto. É o local de absorção de água, tanto a ingerida quanto a das secreções digestivas. Glândulas da mucosa do intestino grosso secretam muco, que lubrifica as fezes, facilitando seu trânsito e eliminação pelo ânus. Fortíssimas ondas peristálticas, denominadas ondas de massa, ocorrem eventualmente e são capazes de propelir o bolo fecal, que se solidifica cada vez mais, em direção às porções finais do tubo digestório: os cólons, sigmoide e reto. São parte do intestino grosso:
- Ceco: É a porção inicial do intestino grosso segmento de maior calibre, que se comunica com o íleo. Para impedir o refluxo do material proveniente do intestino delgado, existe uma válvula localizada na junção do íleo com o ceco - válvula ileocecal. No fundo do ceco encontramos uma ponta chamada apêndice cecoide ou vermicular.
- Apêndice: É uma pequena extensão tubular terminada em fundo cego. Embora preso ao tubo digestivo e classificado como órgão acessório da digestão, o apêndice não é funcionalmente importante no processo digestório. Sua inflamação, denominada apendicite, é uma séria condição clínica que frequentemente exige intervenção cirúrgica.
- Cólon: É a região intermediária, um segmento que se prolonga do ceco até o ânus.
- Sigmoide: O sigmoide ou porção pélvica, é a seção do intestino grosso que liga a porção transversal do mesmo ao reto. Recebe o nome sigmoide pela sua aparência que lembra a letra "S" do alfabeto grego (sigma). O nome porção pélvica refere-se à região em que se encontra. É caracterizado por ser a parte do intestino na qual os movimentos peristálticos fazem maior pressão no bolo alimentar a fim de solidificá-lo e transformá-lo em fezes.
- Reto: É a parte final do tubo digestivo e termina no canal anal. Tem geralmente três pregas no interior e é uma região bem vascularizada. Pode ser examinado através do toque retal, retoscopia ou retosigmoideoscopia. É no canal anal que ocorrem as hemorroidas que nada mais são que varizes nas veias retais inferiores.
O ânus é o último órgão do sistema, localizado na extremidade do intestino grosso. Controla a saída das fezes.
sexta-feira, 30 de abril de 2021
#Compartilhar: Sistema Tegumentar (Pele)
Para os alunos do módulo 01 do curso de Atendente de Farmácia do Projeto Compartilhar.
Sistema tegumentar é o conjunto de estruturas que formam o revestimento externo dos seres vivos. Esse revestimento externo é chamado de tegumento ou integumento e nos vertebrados também é chamado de pele.
A Pele
A pele, também conhecida como cútis, em anatomia, é o órgão integrante do sistema tegumentar ( junta ou comunica o cabelo e pelos, unhas, glândulas sudoríparas e sebáceas).
Ela desempenha importantes funções no corpo humano:
- proteção dos tecidos subjacentes;
- regulação da temperatura somática;
- conter terminações nervosas sensitivas;
- Excreção de substâncias pelo suor.
A pele é o maior órgão do corpo humano, constituindo 16% do peso corporal, sendo o órgão mais pesado do corpo. Ela e dividida em duas camadas: a epiderme,e a derme.
A pele é praticamente idêntica em todos os grupos étnicos humanos. Nos indivíduos de pele escura, os melanócitos produzem mais melanina que naqueles de pele clara, porém o seu número é semelhante.
Epiderme
A epiderme é uma camada com profundidade diferente conforme a região do corpo. Zonas sujeitas a maior atrito como palmas das mãos e pés têm uma camada mais grossa (conhecida como pele glabra por não possuírem pelos), e variam de 0,04 mm até 1,6 mm de espessura.
A epiderme é constituída por um epitélio estratificado pavimentoso queratinizado (células escamosas em várias camadas). A célula principal é o queratinócito (ou ceratinócito), que produz a queratina. A queratina é uma proteína resistente e impermeável responsável pela proteção. Existem também ninhos de melanócitos (produtores de melanina, um pigmento castanho que absorve os raios UV); e células imunitárias, principalmente células de Langerhans, gigantes e com prolongamentos membranares.
A epiderme não possui vasos sanguíneos, porque se nela houvesse vasos ficaria mais sujeita a ser "penetrada" por microorganismos. Os nutrientes e oxigénio chegam à epiderme por difusão a partir de vasos sanguíneos da derme.
Difusão é um processo físico em que substâncias são transportadas de uma região mais concentrada para outra menos concentrada de maneira aleatória e espontânea.
A origem da multiplicação celular é a camada basal. Todas as outras são constituídas de células cada vez mais diferenciadas que, com o crescimento basal, vão ficando cada vez mais periféricas, acabando por descamar e cair (uma origem importante do pó que se acumula nos locais onde vivem pessoas ou outros seres vivos).
Camada basal
é o mais profundo, em contacto com derme, constituído por células cúbicas pouco diferenciadas que se dividem continuamente, dando origem a todas as outras camadas. Contém muito pouca queratina. Algumas destas células diferenciam-se e passam para as camadas mais superficiais, enquanto outras permanecem na camada basal e continuam a se dividir.
Camada espinhosa
Células cúbicas ou achatadas com mais queratina que as basais. Começam a formar junções celulares umas com as outras, como desmossomas e tight junctions (daí o aspecto de espinhos).
Camada granulosa
Células achatadas, com grânulos de queratina proeminentes e outros como substâncias outras proteínas (colagénios).
Camada lúcida
Células achatadas hialinas eosinófilas devido a grânulos muito numerosos proteicos. Estas células libertam enzimas que as digerem. A maior parte já está morta (sem núcleo). Estão presentes na pele sem folículos pilosos (pele glabra).
Camada córnea
Constituído de células achatadas eosinófilas sem núcleo (mortas) com grande quantidade de filamentos, principalmente queratinas.
Órgãos Anexos da Epiderme
- Folículo piloso: produz uma estrutura maciça queratinizada, o pelo, que é produzido por células especializadas na sua raiz, constituindo o bulbo piloso. Tem músculo liso erector e terminações nervosas sensitivas associadas;
- Glândulas Sebáceas: tem a função de produzir sebo;
- Glândulas Sudoríparas: tem a função de produzir e eliminar o suor.
- Corpúsculo de Vater-Pacini, sensores de adaptação rápida, detectam vibrações ;
- Corpúsculo de Meissner com função de detecção de pressões de frequência diferente. ;
- Corpúsculo de Krause, sensíveis ao frio (pele glabra);
- Órgão de Ruffini, sensíveis ao calor;
- Célula de Merckel, sensíveis a tacto e pressão;
- Folículo piloso, com terminações nervosas associadas;
- Terminação nervosa livre, com dendritos livres sensíveis à dor e temperatura.
- reservatório energético
- isolante térmico
- modela superfície corporal
- absorção de choque e fixação dos órgãos.
- Areolar: superficial; adipócitos globulares e volumosos e numerosos e delicados vasos.
- Lâmina fibrosa: separa a camada areolar da lamelar.
- Lamelar: mais profunda; aumento da espessura com ganho de peso (hiperplasia).
sábado, 26 de dezembro de 2020
#Biologia: Lipídios
Bem como os carboidratos, os lipídios são compostos por carbono, oxigênio e hidrogênio. Porém, diferentes dos carboidratos os lipídios tem uma quantidade de carbono e hidrogênio muito maior. Além dessas características estruturais, encontramos essas substâncias ligadas ao fósforo, ao enxofre e ao nitrogênio.
Os exemplos mais comuns de lipídios são os óleos e as gorduras, que compõe a manteiga, margarina, azeite, óleos de cozinha, toucinho, banha e etc. Suas funções são as mais diversas, sendo as principais a reserva de energia e a composição de substâncias como membranas celulares, hormônios e vitaminas.
Os Ácidos Graxos
Quando temos lipídios agrupados eles formam cadeias que chamamos de ácidos graxos, cadeias de carbono cuja extremidade possui um grupo carboxila (COOH), e tem diferentes propriedades dependendo da quantidade de ligações duplas entre os carbonos.
Os ácidos graxos são divididos em dois grupos, os insaturados que tem um ou mais carbonos unidos por ligação dupla e geralmente são líquidos em temperatura ambiente.
Se um temos um ácido graxo insaturado que tem somente um carbono com ligação dupla, falamos que ele é monoinsaturado, se há mais de uma ligação dupla, diz-se que ele é poli-insaturado.
Os saturados não tem nenhuma ligação dupla entre os carbonos, normalmente são sólidos na temperatura ambiente.
As Gorduras
São formados por uma molécula de glicerol (álcool) de três átomos de carbono com de uma á três moléculas de ácido graxo, o mais comum e o triacilglicerol ou triglicéride (um glicerol + três ácidos graxos).
Os triglicérides são uma reserva de energia para animais e plantas, isto porque elas tem o mais alto conteúdo energético entre os nutrientes e por serem moléculas apolares e insolúveis. O acúmulo de gordura ocorre mesmo com uma dieta pobre em lipídio, isso graças a capacidade do corpo de realizar a interconversão metabólica, no qual nutrientes, como os carboidratos, podem ser convertidos em gordura.
Fosfolipídios
![]() |
| Fosfolipídeos |
E uma junção de lipídios com fosfato, e é o principal componente das membranas plasmáticas celulares, a cabeça fosfórica é apolar, e as cadeias lipídicas são apolares, sendo assim, esta substâncias tem uma face hidrofóbica e hidrofílica, sendo assim, esta substância e anfipática.
Com todas essas características elas se organizam nas membranas celulares e em soluções aquosas de maneira sua parte polar fica apontado para o exterior, enquanto a face apolar fica pro interior.
![]() |
| membrana plasmática |
Fonte:
Voet,Donald; Voet,Judith G. :. Bioquímica - 4ª Ed. 2013
Harvey A. R; Ferrier R. D. :. Bioquimica ilustrada 5ª Ed. 2012
Galante F.; Araújo F. M. :. Fundamentos de Bioquímica 2ª Ed. 2014
domingo, 13 de dezembro de 2020
#Biologia: Carboidratos
Carboidratos são moléculas formadas por Carbono (C), Hidrogênio (H) e Oxigênio (O). A formula geralmente dada por (CH2O)n , os Carboidratos também são chamados de glicídios ou açucares.
(CH2O)n
Essa formula significa que cada átomo de carbono esta associada a um átomo de oxigênio e dois de hidrogênio podendo ter n combinações diferentes para isso. Os carboidratos são classificados de acordo com seu tamanho e estrutura.
Monossacarídios
![]() |
| Glicose. |
São formados por moléculas que contém entre três a sete átomos de carbono, o número de carbonos recebe um nome grego correspondente (tri, tetra, penta, hexa e hepta) finalizada pela terminação ose.
Assim os monossacarídeos são chamados da seguinte forma:
- Três átomos: triose;
- Cinco átomos: pentose.
O monossacarídeo mais comum que existe e a glicose, uma hexose. Além de atuar fornecendo energia aos seres vivos, suas pentoses participam dos ácidos nucleicos e do ATP (adenosina tri-fosfato).
Dissacarídios
![]() |
| Sacarose |
A junção de dois monossacarídios formam um dissacarídios. Dois monossacarídios se unem por um tipo de ligação chamada de glicosídica.
Exemplo, os mossocarídios glicose e frutose são encontrados na cana-de-açucar, a glicose mais a galactose estão presentes no leite. Os dissacarídios fornecem energia aos seres vivos.
Polissacarídios
Os monossacarídios ainda podem se agrupar e formar os polissacarídios. São moléculas grandes, lineares ou ramificados. Geralmente, eles são formados por um único tipo de monossacarídios.
Eles tem duas funções básicas:
![]() |
| Células vegetais |
Reserva de Energia: diversos seres vivos acumulam glicose na forma de polissacarídeos, como amigo e glicogênio, isto forma numerosas moléculas de glicose unidas. Quando necessário, o organismo pode converter os polissacarídios em moléculas de glicose.
Função Estrutural: o mais abundante polissacarídio do planeta e a celulose, composta por moléculas de glicose. Ela esta presente na parede celular dos vegetais.
Fonte:
SANTOS, Vanessa Sardinha dos. "Carboidratos"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/biologia/carboidratos.htm.
terça-feira, 8 de dezembro de 2020
#Atividades: Água e suas própriedades
1) Qual a porcentagem que a água ocupa no corpo humano ?
2) O que são os compostos polares ?
3) O que são os compostos apolares ?
4) Defina Ligações de Hidrogênio.
5) Explique o que é Tensão Superficial.
6) O que é Calor Especifico ?
7) Como ocorre o efeito da Capilaridade ?
8) Diferencie compostos Hidrofilicos de Hidrofóbicos.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2020
#Biologia: A Água e suas propriedades
A vida por si só e diversa, os seres vivos são diferentes porém, todos são constituídos e obedecem certos princípios em comum. E sobre essas bases que eu quero conversar com vocês hoje. As bases químicas da vida são tudo aquilo que proporciona o desenvolvimento e a manutenção dos organismo e da biosfera como um todo.
Água
A água corresponde a 70% da massa do corpo humano, ela esta distribuida no sangue, dentro das células, e em outras partes do corpo humano. Além do ser humano, a água compõe a maior parte do planeta terra e consequentemente e o elemento mais abundante da biosfera.
Uma molécula de átomo e composta por três átomos: dois de hidrogênio e um de Oxigênio, sua formula e H20.
![]() |
| H20 |
Todas essas ligações de hidrogênio são responsáveis pelo fenômeno da coesão.
A coesão e apenas uma das diversas popriedades que a água tem e que a torna tão importante para a vida.
Propriedades da Água
A Água tem propriedades químicas e físicas bastante específicas que a torna um elemento único. Vamos aborda-los agora.
Alto calor especifico: é a quantidade de calor necessária para alterar em 1°C a temperatura. A água possui um elevado calor específico, ou seja, é necessário fornecer ou retirar uma grande quantidade de calor para alterar a sua temperatura.
Alto calor de vaporização: O calor de vaporização é a quantidade de energia necessária para vaporizar uma molécula de uma substancia. Ex.: A água precisa de um calor alto para que se dê a quebra de pontes de hidrogênio, o que origina o vapor, então o calor de vaporização da água é alto.
Alteração de densidade: densidade da água muda conforme o estado físico e temperatura. É por causa dessa diferença de densidade que o gelo, que é menos denso, flutua na água líquida. Isso não acontece com outros tipos de substâncias sólidas quando colocadas em um recipiente com a mesma substância derretida.
Tensão Superficial: é resultado das ligações de hidrogênio, que são forças intermoleculares causadas pela atração dos hidrogênios de determinadas moléculas de água (que são os polos positivos (H+)) com os oxigênios das moléculas vizinhas (que são os polos negativos (O-)). No entanto, a força de atração das moléculas na superfície da água é diferente da força que ocorre entre as moléculas abaixo da superfície. Isso ocorre porque essas últimas apresentam atração por outras moléculas de água em todas as direções: para cima, para baixo, para a esquerda, para a direita, para a frente e para trás. Isso significa que elas se atraem mutuamente com a mesma força. Já no que diz respeito às moléculas da superfície, elas não apresentam moléculas acima delas, portanto suas ligações de hidrogênio se restringem às moléculas ao lado e abaixo. Essa desigualdade de atrações na superfície cria uma força sobre essas moléculas e provoca a contração do líquido, causando a chamada tensão superficial, que funciona como uma fina camada, película, ou como se fosse uma fina membrana elástica na superfície da água.
Capilaridade: Capilaridade é a subida (ou descida) de um líquido através de um tubo fino, que recebe o nome de capilar. Esse fenômeno é resultado da ação da interação das moléculas da água com o vidro (considerando que o tubo é de vidro).
A Água ainda tem outras importantes propriedades ligadas a sua característica de solvente. A água e chamada de solvente universal, isso porque as moléculas da água consegue fazer ligações de hidrogênio com as moléculas do soluto, assim ele ''desfaz'' a outra substância.
As moléculas de água formam ligações de hidrogênio com íons e moléculas de alta polaridade (que apresentam átomos de oxigênio, nitrogênio e flúor). Os solutos são divididos em dois grupos:
Hidrofílicos: é uma molécula ou outra entidade molecular que é atraída por moléculas de água e tende a ser dissolvida por ela.
Hidrofóbicos: não são atraídos pela água e podem parecer repelidos por ela.
Basicamente este e o conteúdo básico sobre água que vocês precisam saber. Até a próxima.
Fonte:
Abbasi, Tasneem; Shahid A. Abbassi (2012). Water quality indices (em inglês). [S.l.]: Elsevier. 362 páginas. ISBN 978-0-444-54304-2
Ackerman, Steven A.; John A. Knox (2012). Meteorology. understanding the atmosphere 3 ed. [S.l.]: Jones and Bartlett Learning. 608 páginas. ISBN 978-0-7637-8927-5
Ahrens, C. Donald; Peter Lawrence Jackson,Christine E. J. Jackson,Christine E. O. Jackson (2012). Meteorology today. an introduction to weather, climate and the environment (em inglês). [S.l.]: Cengage learning. 616 páginas. ISBN 978-0-17-650039-9
segunda-feira, 30 de novembro de 2020
#Biologia: Característica dos seres vivos
E vamos com a nossa primeira postagem sobre biologia, sobre a característica dos seres vivos. Depois deixarei alguns perguntinhas pra vocês em outro post. Todos os seres vivos tem características como qualquer outro ''ente'' que compõe o universo e hoje vamos falar um pouquinho sobre essas características.
Composição Química: os seres vivos são formados por uma enorme quantidade de moléculas orgânicas e inorgânicas. Moléculas orgânicas contêm o elemento químico carbono na sua composição.
Organização Celular e Metabolismo: os seres vivos são formados por células, as unidades estruturais e funcionais dos organismos. Os seres podem ser classificados como unicelulares (formados por uma única célula) e multicelulares (formados por mais de uma célula).
A célula é delimitada por uma membrana que separa seu meio interno do meio externo, no meio intracelular ocorre as reações químicas necessárias para a vida celular. Essas reações são chamados de metabolismo.
Capacidade de Nutrição: todos os seres vivos eles necessitam de nutrientes para sobreviver, a degradação metabólica dos nutrientes e que fornece energia as células e consequentemente aos organismos. Os seres vivos são classificados de acordo com a forma que se obtêm alimento.
Basicamente existe duas classificações: os seres autótrofos, seres que conseguem através de processos químicos obter seu próprio alimento, é o caso de plantas, algas e algumas bactérias que realizam a fotossíntese (iremos ver mais a frente). Temos também os seres heterótrofos, seres que obtêm de outros seres vivos nutrientes para sobreviver. Exemplo de seres heterótrofos são os animais, protozoários e plantas parasitas.
Reações aos estímulos ambientais: todos os seres vivos podem reagir a estímulos ou modificações ambientais, estas reações servem para manter o equilíbrio de suas funções vitais, funções necessárias para manter a sua sobrevivência.
Reprodução ou hereditariedade: a garantia do sucesso de uma espécie e a capacidade de se replicar ou se reproduzir, a reprodução são duas, a assexuada e a sexuada. A assexuada e frequente entre organismo unicelulares, onde o organismo se divide em dois seres iguais ao ser que os originou.
Temos a reprodução sexuada, que se da entre dois organismos de uma mesma espécie, onde temos um ser macho e fêmea copulando (nem sempre) para gerar um ser vivo.
![]() |
| Reprodução assexuada |
![]() |
| Reprodução sexuada |
Evolução: os seres vivos passam por mudanças em suas características, essas mudanças são chamadas de evolução e podem dar origem a novas espécies.
Fontes:
SANTOS, Vanessa Sardinha dos. "Características gerais dos seres vivos"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/biologia/caracteristicas-dos-seres-vivos.htm. Acesso em 30 de novembro de 2020.
quarta-feira, 25 de novembro de 2020
Qual é o meu trabalho aqui.
E ai pessoal, eu sou Mateus Felipe, meu objetivo aqui e postar conteúdos a respeito das matérias que eu leciono. Dúvidas então eu me coloco a disposição para sana-los seja pelo chat do instagram ou pelo nosso formulário de contato aqui no blog.















































